sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Curso de Testes de Software para Equipes Ágeis

http://www.cits.br/educacaocontinuada/Testes+de+Software+para+Equipes+Ageis+43+428.shtml

Data: 22/02/2017 a 23/02/2017
Horário: 08:30 às 17:30


MiniDebConf Curitiba 2017

Vai ser na UTFPR!



"Nos dias 17, 18 e 19 de março (sexta, sábado e domingo) Curitiba irá sediar pelo segundo ano consecutivo uma MiniDebConf composta por palestras, oficinas e eventos sociais. A MiniDebConf Curitiba 2017 é um evento aberto a todos, independente do seu nível de conhecimento sobre Debian. O mais importante será reunir novamente a comunidade para celebrar o maior projeto de Software Livre no mundo, por isso queremos receber desde usuários inexperientes que estão iniciando o seu contato com o Debian até Desenvolvedores oficiais do projeto. Ou seja, estão todos convidados!"

Mais informações em http://br2017.mini.debconf.org/

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Alunos aprovados em Lógica para Computação (2016/2)

Aqui vai a lista dos alunos aprovados neste segundo semestre de 2016.

Turma IF61B - Lógica para Computação - Curso: Engenharia da Computação


Andre Luiz Morishita
Bruno Miyashita Alves Pinto
Carlos Eduardo Lima Kamioka
Edric Seolin Galindo
Gabriel Antunes Ferraz
Gabriel Carrico Guerrero
Gabriel De Oliveira Freire Silva
Giuliana Martins Silva
Jader Fernandes Heredia
Leonardo Muraroto De Franca Reis
Lucas Da Silva Nolasco
Lucas Dos Santos Ramos
Lucas Felipe Ribeiro
Lucas Perin Silva Leyser
Marcos Vinicius De Lemos Campos
Matheus Bigarelli Dantas Da Costa
Matheus Vinicius Barcaro Turatti
Ricardo Bruno Bentin Reyes
Roman Herrera Nery
Victor Hugo Belinello Da Silva
Wagner Rodrigues Ulian Agostinho
Yasmim Nathaly Skroch
Alexandre Herrero Matias
Luan Luiz De Souza
Pedro Romano Splendore

Turma CSD20 - Introdução À Lógica Para A Computação. Curso: Sistemas de Informação


Anthony De Liz Moraes
Brenno Henrique Serrato
Camille Da Luz Bettini
Carlos Alexandre Leite Vieira
Daniel Brener Ito
Eduardo Vanderlei Dos Santos Junior
Elimar Sanches Kauffmann
Erik De Jesus Almeida
Fernanda Regina Gubert
Giovanna Da Costa Stoco
Gustavo de Camargo
Joao Pedro Goncalves Barreiro Passos Jorge
Joao Victor Santos Pinho Teixeira
Leandro Bomer Dos Anjos
Luis Otavio Pompolini Paiva
Luiz Henrique De Souza Rodrigues
Mateus Raganhan Figenio
Nicole Kobayashi Botine
Nicole Mendes Dos Santos
Rodrigo Giacomo Moroni De Souza
Rubens Bruno Medeiros Ribeiro
Yan Leonel Do Porto


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Curso de Método Lógico para Redação Científica de Gilson Volpato em Curitiba



Participei semana passada do curso sobre Método Lógico para Redação Científica de Gilson Volpato. O curso aconteceu nos dias 13 e 14 de outubro de 2016 no Hospital do Idoso Zilda Arns e foi organizado pela FEAES.

Algumas fotos (amadoras) do evento estão em http://bit.ly/2dSExYm


Informações oficiais:
http://www.feaes.curitiba.pr.gov.br/index.php/component/content/article/25-blog/856-curso-sobre-metodo-logico-para-redacao-cientifica
ou
http://archive.is/g9NLG



Facilitador: Dr Gilson Luiz Volpato.

Biólogo Licenciado pela UNESP, Universidade Estadual Paulista.
Mestrado e Doutorado pelo Instituto de Biociência, UNESP, Rio Claro.
Pós-doutorado pelo Institute of Animal Sciences, ISRAEL.
Desde 1981 é docente do Depto. Fisiologia, Instituto de Biociências, Botucatu, UNESP.
Livre-docente/Adjunto III, Fisiologia Comparada, UNESP.
Produtividade em Pesquisa pelo CNPq, nível 1B.
Foi Vice-coordenador (04 anos) e Coordenador (2 anos) de Pós-graduação.
Presidiu a Comissão de Pesquisa do Instituto de Biociências de Botucatu, UNESP.
Foi editor de periódico científico (Annual Review of Biomedical Sciences) por 12 anos.
Foi Avaliador de pós-graduação junto à CAPES.
Presidiu (04 anos) a Comissão dos Editores de Periódicos Científicos - UNESP (03 áreas do saber).
Publicou 11 livros, com 20 edições, nas áreas de Ciência, Publicação e Redação Científica.
Ministra anualmente dezenas de cursos de redação científica no Brasil e exterior.
Administra nichos na mídia da internet sobre ciência, publicação e redação científica.
Site do facilitador: www.gilsonvolpato.com.br.

Apresentação: curso destinado a qualquer área da ciência. Use evidências factuais (qualitativas ou quantitativas) para construir conhecimento científico (generalizável a partir das evidências). Os conceitos e referenciais apresentados são os mais desafiadores na ciência internacional de alto nível, servindo para qualquer construção textual científica (do TCC ao artigo). Ao desconsiderar costumes de área, regras e protocolos para a redação científica, neste curso é apresentado o caráter lógico e comunicacional para uma composição artística do texto. Inclui a apresentação do Método Lógico para Redação, segundo o qual as decisões na redação decorrem das bases filosóficas e metodológicas da ciência, temperadas com preceitos comunicacionais.

Conteúdo do Curso
1. Bases conceituais de ciência.
2. Bases metodológicas aplicáveis à redação científica.
3. Bases comunicacionais para redação científica.
4. Bases lógicas do texto científico.
5. Rotina para construção do texto científico.
6. Aplicação do Método Lógico na estruturação de algumas de partes do texto científico.

Local do evento: Feaes – Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba | Rua Lothário Boutin, nº 90, Pinheirinho, Curitiba, PR.

Como fazer pesquisa em Engenharia de Software?

Passo 1: leia artigos de boas revistas científicas e de anais de boas conferências. Nelas você pode encontrar questões que estão sendo estudadas pelos pesquisadores da área.

Algumas das principais revistas da área são (sem ordem específica, mas todas classificadas com bom Fator de Impacto na área):


Atualização: O professor Robert Feldt fez uma lista das principais revistas da área de Engenharia de Software. E incluiu outras sub-áreas da Computação também.

É sempre bom dar uma olhada nas últimas edições destas revistas. Você pode (e deve) criar alertas para receber por email avisos de novas edições delas.


Artigo publicado por Wilson Bissi, eu e Maria Claudia na IST



E quanto a conferências?

Na Computação, as conferências podem ser um local tão bom ou até melhor para publicar seus artigos. Os artigos ficam disponíveis em sites, são achados em mecanismos de buscas e muitas vezes são até mais citados do que artigos de revistas.

Exemplos de boas conferências:

PS: Post inspirado pela obra de Gilson Volpato.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Tablôs Analíticos para Lógica Proposicional Clássica - Uma aula

Este texto replica o conteúdo de uma aula que ministro para os alunos de Lógica para Computação da UTFPR.

O objetivo desta aula é que os alunos aprendam a fazer demonstrações utilizando o sistema dedutivo chamado Tablôs Analíticos.

Inicialmente relembro as motivações para usar sistemas dedutivos (verificar se uma conclusão vem de um conjunto de premissas).

Utilizo o capítulo 2 de Lógica para Computação, Silva, Finger e Melo. Leia-o antes de continuar.

Depois de ler, assista ao vídeo abaixo (observação: são vídeos experimentais, sem qualidade), que descreve as regras do sistema.



No vídeo, inicialmente apresento a configuração inicial do tablô, uma vez que se trata de um método refutacional e que estamos usando a versão marcada do sistema de tablôs analíticos:

Início, conforme vídeo

Em sala de aula, explico o que são fórmulas marcadas e porque as fórmulas do lado esquerdo do sequente (premissas) recebem T (representando True, ou seja, Verdadeiro) e a fórmula do lado direito recebe F (False, Falso).

Em relação a Silva, Finger e Melo, eu mudei um pouco a apresentação das regras no vídeo. Em primeiro lugar, eu digo que o fechamento é uma regra, como se pode ver na figura abaixo.

Regra de fechamento.
Depois eu defino as regras da figura abaixo como sendo as regras lineares (também chamadas de regras alfa):
Regras Lineares, conforme vídeo.

Por fim, temos as regras que bifurcam (também chamadas de regras beta).
Regras que bifurcam, conforme vídeo.

Neste link você pode ver todas as regras do sistema de tablôs analíticos com fórmulas marcadas.

Depois disso, mostro exemplos de tablôs que fecham, isto é, cuja demonstração indica que o sequente é válido. O vídeo abaixo faz isso incluindo alguns indicadores visuais para as razões das aplicações das regras e do fechamento dos ramos.



Neste momento aplico alguns exercícios para, de acordo com os princípios da Aprendizagem Ativa, verificar se os alunos aprenderam.

Depois de confirmar que os alunos entenderam o necessário até agora, explico o que são árvores, que uma árvore tem a raiz na parte de cima e as folhas em baixo. Explico o que são ramos. Depois, explico o que são ramos abertos, ramos fechados, ramos abertos e saturados usando um vídeo que mostra tablôs que não fecham:



No vídeo anterior e no próximo mostro também a ideia de valoração contra-exemplo.



E por fim aplico mais exercícios para verificar se os alunos realmente entenderam o assunto, isto é, que sabem fazer demonstrações utilizando o sistema dedutivo chamado Tablôs Analíticos.

Façam os exercícios em Trabalho de Tablôs Analíticos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Argumento de Carmen Lúcia

Carmen Lúcia foi eleita presidente do STF e disse que quer ser chamada de "presidente".

Até aí tudo bem.

O que me preocupou foi a informação passada no tweet abaixo:

Vamos construir um argumento a partir do que eu entendi (posso estar errado). Vou usar as siglas CL para representar Carmen Lúcia, LP para representar Língua Portuguesa. E vou usar o símbolo "∴" para indicar conclusões. As demais frases são premissas. Supus os trechos em itálico a partir do tweet

O argumento então seria:

1. CL é presidente do STF.
2. CL quer ser chamada de "presidente¨ .
3. CL é estudante da LP.
4. CL é amante da LP.
5. ∴ CL conhece as regras da LP.
6. De acordo com as regras da LP, as mesmas regras que valem para as palavras "estudante" e "amante", valem para a palavra "presidente".
7. ∴ CL acha que o correto é presidente e que "presidenta" é errado.


As premissas (1) e (2) são verdadeiras. Na verdade (1) será verdadeira a partir de 12 de setembro de 2016 até 2018. Mas vamos considerar que estamos em 13 de setembro de 2016.

Se (1) é verdadeiro, CL tem todo o direito de (2), isto é, de querer ser chamada de "presidente". Vamos supor que (3) e (4) sejam verdade também. Mas não dá para concordar que a partir de (3) e (4) se conclua (5). Uma pessoa pode estudar e amar um assunto e ainda assim não conhecê-lo. É o que parece acontecer aqui.

Vários especialistas da Língua Portuguesa já se posicionaram dizendo que as formas "presidente" e "presidenta" são igualmente válidas. Encontra-se a palavra "presidenta" em vários textos do passado e até em dicionários do século XX.

Logo, a conclusão (5) é falsa. A premissa (6) também é falsa e nem depende de (5). E a conclusão é falsa também, principalmente pelo que se lê neste link.

Mas nem é isto que me preocupa.

O que me preocupa é que a ministra aparentemente usou argumentos de um texto falsamente atribuído a uma professora da UFPR para construir seu argumento. Claro que isto é minha suposição. Ela pode ter se enganado por conta própria.

Outros textos sobre o tema são este e este.

Só podemos aceitar as conclusões de um argumento se aceitarmos suas premissas. No caso de Carmen Lúcia, como algumas de suas premissas são falsas, a sua conclusão implícita de que "o termo "presidenta" é errado" é falsa.

Mas o mais importante é que ela deve ser chamada da forma que quiser. Não vamos fazer como certos órgãos da imprensa brasileira que chamavam Dilma de "presidente" provavelmente apenas por ele ter expresso que queria ser chamada de "presidenta".